UFN participa de VI Fórum de Gestão e Inovação do COMUNG Assessoria de Comunicação (ASSECOM)
08/11/2018

Representantes da Universidade Franciscana, UFN, participaram do VI Fórum de Gestão e Inovação do COMUNG, realizado nesta terça-feira, 6 de novembro, na Universidade de Santa Cruz do Sul, UNISC.

A atividade reuniu mais de 15 universidades afiliadas ao Consórcio das Universidades Comunitárias Gaúchas (COMUNG), e 5 parques tecnológicos e incubadoras, para tratar sobre gestão e inovação dentro do ambiente acadêmico.

Com o tema ‘Interação Universidade-Empresa: as experiências da ICES na inovação e seus impactos acadêmicos e social’, o fórum tem como objetivo falar sobre a importância do incentivo das universidades em relação ao empreendedorismo.

O Ambiente de Inovação da UFN apresentou dois cases de empresas por eles encubadas: a Polvo Louco e o CLEO App.

Representando o Polvo Louco, Nareo De David, explicou que a empresa oferece um grupo de serviços, apresentou o Polvo Spot que é um programa de benefícios para quem consome e funciona como uma maneira de recompensar o consumidor, além de gerar informações sobre seus clientes.

Já Maicon Luiz Anschau, da CLEO App falou sobre a CLEO Comunidade, um aplicativo voltado a criar relações, sejam elas de amizade ou relacionamento. E, também, a CLEO Espiã, um aplicativo desenvolvido para analisar a interação do usuário e sugerir melhorias. O foco da apresentação foi a questão do seu impacto social, por se tratar se uma empresa voltada na aproximação de pessoas.

Na ocasião, também foi discutida a relação entre as empresas e Universidades, e a importância de incentivar cada vez mais essa parceria.

“O objetivo do encontro foi ressaltar que essa aproximação entre as empresas e as Universidades deve partir do ponto de vista de promover cada vez mais a inovação, criando assim, um elo entre elas”, explica Matheus Camargo, gestor do Ambiente de Inovação da UFN, que participou do evento.

Eles encerraram o primeiro dia do encontro com uma rodada de negócios, com foco em fomentar a discussão sobre a importância da educação e da cultura empreendedora, por meio de experiências das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ICES), oportunizando mudanças de paradigmas e promovendo o desenvolvimento local e regional.

O Fórum teve como público-alvo gestores de IES, pesquisadores de programas stricto sensu, gestores e participantes de parques tecnológicos, incubadoras e demais unidades que compõem os ambientes de inovação, assim como docentes, estudantes e atores sociais com interesse na temática.

Estiveram presentes no fórum, representando a UFN, o coordenador do Ambiente de Inovação, professor Lissandro Dorneles Dalla Nora, a professora e vice-reitora, Solange Binotto Fagan, e o pró-reitor de Pesquisa e Relações Comunitárias, Marcos Alexandre Alves.

O professor assistiu a mesa redonda sobre Educação e Cultura Empreendedora, que aconteceu na manhã de quarta-feira, 7 de novembro.

Na conversa, os palestrantes sugeriram alguns passos para a capacitação de jovens, como: o incentivo ao pensamento crítico e a oferta de uma educação mais forte na parte de tecnologia, levando-a para a sala de aula; o estimulo dos professores; o incentivo no ecossistema acadêmico; e a promoção do questionamento, conectando o aluno com o ecossistema.

“Educar para empreender significa formar pessoas protagonistas, com capacidade de liderança e gestão, que aprendem com os próprios erros e têm um grau elevado de comprometimento e responsabilidade social”, enfatizou Marcos.

Também participou do fórum, o professor Rodrigo Jappe, que é coordenador da Assessoria de Cooperação Interinstitucional da UFN. Ele participou da reunião do GT de Internacionalização do COMUNG, realizada também na quarta-feira, 7, com o objetivo de integrar e unir as instituições em prol de um compartilhamento de esforços.

O professor conta que, na ocasião foi proposto um consórcio entre as Universidades parceiras, para reforçar a sua representatividade em convênios bilaterais, ou seja, os acordos com as universidades estrangeiras. 

Na reunião, também foram estabelecidas as necessidades de os escritórios de relações internacionais realizarem a troca de informações a respeito de trâmites, como por exemplo, sobre a dupla graduação, para que assim, as assessorias estejam lado a lado em questão de conhecimentos.

Segundo Rodrigo, na reunião foram definidos a diretoria do GT, bem como um grupo de interação digital, e que um dos objetivos principais, neste primeiro momento, é profissionalizar o setor.

“A ideia é de que, por exemplo, quando um professor do exterior vem palestrar em determinada instituição, através de convênio, e que vá ficar alguns dias por aqui, nós gostaríamos de convidá-lo a participar de um momento em outras Universidades também, compartilhando nossos esforços, enquanto grupo de internacionalização”, explicou o docente.



Texto: Thayane Rodrigues / Estagiária de Jornalismo 
Fotografia: Divulgação / Arquivos Pessoais


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